
Nota prévia do site olivereduc:

Encontramos o texto de Jonas Federighi no FB. Faz uma diferente e positiva análise da vitória conservadora a partir de uma observação que viu em entrevista de Jairo Nicolau ao Valor Econômico. Ele aborda o bom papel que as mulheres eleitas para a Câmara e o Senado podem vir a exercer, especialmente se o povo confirmar a retirada do PT do poder. Elas podem vir a contribuir fortemente para “a reconstrução do Brasil sustentada por competência, liberdade e responsabilidade”
Muito boas suas informações sobre as qualidades de cada uma das eleitas. Dá esperança.
Segue o artigo.
____________________________________________________________________________________________

A entrevista de Jairo Nicolau ao Valor ajuda a compreender a força eleitoral de Flávio Bolsonaro. O cientista político identifica uma candidatura capaz de reunir o legado eleitoral do pai e o sentimento contrário a Lula, mas observa que Flávio também herdou rejeições, especialmente entre as mulheres. Sua frase é direta: “Se Flávio conseguir reduzir a rejeição que ele tem entre as mulheres, um abraço”. Considero essa avaliação relevante para entender a disputa. Minha conclusão política é que existe uma alternativa real de governo, com pessoas preparadas para recuperar a confiança no Brasil. E as mulheres que conquistaram espaço nesta eleição merecem protagonismo nessa discussão, pela experiência, pelas ideias e pela legitimidade recebida nas urnas.


Michelle Bolsonaro e Bia Kicis chegarão ao Senado e se juntarão a Damares Alves, tornando a representação do Distrito Federal inteiramente feminina. Michelle construiu uma atuação ligada à inclusão; Bia traz experiência como procuradora e parlamentar. Carol de Toni acrescenta formação jurídica e experiência na presidência da Comissão de Constituição e Justiça. Na Câmara, Marina Helena reúne formação em economia e experiência em desestatização; Adriana Ventura, doutorado pela FGV e trajetória em gestão e empreendedorismo. Júlia Zanatta, Rosana Valle e Rosângela Moro ampliam esse conjunto com experiência em direito, comunicação e defesa das pessoas com deficiência. Tereza Cristina soma conhecimento do agronegócio e experiência ministerial. Vejo nessas trajetórias capacidade para participar das decisões que o País precisa tomar. Cada uma deve ser avaliada por suas propostas e resultados, preservando sua independência. (www12.senado.leg.br, www12.senado.leg.br, novo.org.br, camara.leg.br, www2.camara.leg.br, www2.camara.leg.br, www2.camara.leg.br, www12.senado.leg.br).


Entre essas lideranças, faço questão de destacar Daniella Marques. Administradora formada pela PUC-Rio, com MBA em finanças pelo Ibmec, ela reúne experiência no mercado financeiro, no Ministério da Economia e na presidência da Caixa. Sua participação na formulação econômica da candidatura de Flávio dá substância ao debate sobre gestão e responsabilidade fiscal. Na minha percepção, sua presença ajudou empresários e pessoas que ainda tinham dúvidas a enxergar uma alternativa mais consistente. Vejo nela a possibilidade de uma futura dama de ferro da economia brasileira: uma Margaret Thatcher como referência de firmeza, responsabilidade com o dinheiro público e disposição para enfrentar privilégios. É essa postura que quero ver na recuperação do equilíbrio fiscal, no aumento da produtividade e na criação de condições para investir, empreender e contratar. (www3.alerj.rj.gov.br, economia.uol.com.br).


Também exijo respeito de quem ocupa a Presidência. Em 2024, enquanto condenava a violência doméstica, Lula introduziu a piada “se o cara é corintiano, tudo bem”. Mesmo com o esclarecimento posterior do governo de que não endossava a violência, considero a brincadeira inaceitável: o sofrimento de uma mulher exige seriedade. Minha escolha é pela mudança, acompanhada de cobrança permanente. Espero de Jeffrey Chiquini, eleito pelo Novo no Paraná, e dos demais parlamentares fiscalização técnica, inclusive sobre os próprios aliados. Quero um governo com profissionais preparados, metas verificáveis e disposição para prestar contas; quero um Congresso independente e instituições submetidas à lei. Minha aposta para o segundo turno é clara: Lula demitido pelas urnas, com a reconstrução do Brasil sustentada por competência, liberdade e responsabilidade. (www1.folha.uol.com.br, noticias.uol.com.br)
Fonte: página de Jonas de Almeida Federighi Jr. No FB de 05 de outubro de 2026.
Observação: A opinião do autor não reflete, necessariamente, a opinião do site olivereduc.com
Nota: No último mês pouco escrevemos sobre Política Nacional. A partir desta semana, aqui e no olivereduc.blogspot.com daremos nosso ponto de vista sobre a realidade nacional. Grato pela atenção.