ÉTICA (1)

MICHAEL GLATZE, FAMOSO ATIVISTA GAY, DEIXA A HOMOSSEXUALIDADE E DÁ SEU TESTEMUNHO

 

O antigo editor de"Young Gay America" anima  outros a deixar um estilo de vida que, diz, é "por sua própria natureza pornográfico".

 

21/11/2009

 


Contando para estímulo de outros seu doloroso retorno

 

       Quando tinha vinte e poucos anos Michael Glatze já era o editor da revista Young Gay America, com bastante êxito em seu setor. Mas isso ficou para trás.

        Em um testemunho que foi publicado na World Net Daily, Glatze conta publicamente como mudou. Explica sua viagem pelo estilo de vida homossexual e recomenda aos demais, especialmente aos jovens, que evitem passar pelo que passou. 

        "A homossexualidade, exercida nas mentes jovens, é por sua natureza pornográfica. Destrói mentes impressionáveis e confunde sua sexualidade quando está se desenvolvendo. Não me dei conta de tudo isso até completar 30 anos", escreve Glatze.

       Depois de anos na primeira linha do movimento gay, Glatze começou a duvidar dos rumos de sua vida. Suas dúvidas aumentaram ao rever um vídeo de uma intervenção que fez em um debate público, no qual ele saía como experto do bando pró homossexualismo.

        "Não sabia a quem recorrer com minhas dúvidas... e me voltei para Deus", explica. A raiz de uma enfermidade prévia, relacionada com sua forma de vida, fazia um tempo que já havia estabelecido uma relação com Deus.

      "Eu vi claramente, à medida que eu pensava no assunto e rezava, que a homossexualidade nos impede de encontrar o nosso verdadeiro eu. Nós não podemos ver a verdade quando estamos cegos pela homossexualidade", escreve ele.

      "Nós acreditamos, sob a influência da homossexualidade, que a luxúria não somente é aceitável, mas é uma virtude", observa ele.

      A partir de então começou a chamar os seus desejos homossexuais pelo nome: luxúria. E procurou concentrar-se no seu "eu" mais verdadeiro para iniciar um longo processo de cura.

     "Curar as feridas causadas pela homossexualidade não é fácil", diz ele. "Há pouco apoio, óbvio. O apoio que você recebe é escarnecido, insultado, humilhado e silenciado pela retórica ou torna-se ilegal por causa de leis distorcidas. Parte da agenda homossexual é levar as pessoas a deixar de considerar que a conversão é uma questão viável, que você pode questionar-se, deixando de lado o fato dela funcionar ou não".

        "Para mim, sair da influência da mentalidade homossexual foi a experiência mais libertadora, bela e surpreendente que eu tive em toda a minha vida", diz ele.

       Outra jornalista veterana que deixou o estilo de vida homossexual recentemente é Charlene Cothran, fundadora e editora da revista lésbica Venus Magazine (...) que agora é uma revista cristã focada em incentivar as lésbicas a uma mudança de vida e de estilo.


                                                 

         Entrevista com Michael Glatze                                             Charlene Cothran

 

FONTE: ACEPRENSA

 

 

 



VISITANTES